Dublin – Primeiras impressões

Estou devendo esse post já tem um tempo – e muita gente cobrando. Então, aqui vai… e, ah, vale lembrar: é a minha opinião, tá? ;)

Dublin, a capital da nossa tão amada Ilha Esmeralda, tão linda e cheia de vida… não me conquistou. É, gente. Não rolou amor, não rolou química. A cidade com seus parques e atrações não conquistou meu coraçãozinho gelado e já recheado de Cork.

Em primeiro lugar: Dublin é e tem tudo aquilo do que eu estava (e ainda estou) fugindo, me senti em São Paulo e ter a sensação de estar em São Paulo sem realmente estar em São Paulo não é nada, NADA legal.

Chegamos numa sexta e fomos direto para nossa acomodação que ficava em Dublin 15, bem longinho do centrão – cerca de 25 minutos. Um bairro muito gostoso, devo confessar. Como chegamos tarde, acabamos ficando por lá mesmo para aproveitar o dia seguinte.

Acordamos cedo e fomos pro centro para finalmente nos apresentar à cidade. Minha primeira vez por lá, então tinha até que algumas expectativas a serem superadas. Fomos de carro para o centro e paramos em um estacionamento por lá – primeira sensação de estar em SP, o preço do estacionamento. Já começamos a andar por lá mesmo, bem próximo a Dame Street. Fomos entrando por ruelas e vendo o comércio e e curtindo a caminhada. Até aí só achava uma Cork maior… até chegar a Grafton Street.

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Aquele mundo de gente andando na minha direção, batendo ombros me deu siricutico. Fomos para Dublin depois de 3 meses em Cork e já estavamos acostumados com a nossa calmaria daqui, então o baque foi um pouquinho maior.

Andamos um pouco pela Grafton Street, pela Trinity College, pelo Stephen’s Green Park e shopping, mas nada que tenha chamado muito a nossa atenção – a não ser as lojas bacanas da cidade que eu gastaria meus euricos. Aliás, Diego até pensou em montar uma road trip para lá e fazer umas comprinhas…. rs. Não que aqui em Cork não tenha lojas, mas Dublin realmente tem muito mais, óbvio, e muito mais variedade de marcas e produtos. Isso não tem como negar.

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Outra coisa que realmente ganha o coração do brasileiro em Dublin são os restaurantes onde se pode comer comida brasileira. Isso sim me ganhou e muito – a vontade de comer coxinha era tanta que eu comi como se não houvesse amanhã!!!!!!!!!!!!! Escolhemos o Banana Grill, que fica na região do Temple Bar. Comi um prato de strogonoff maravilhoso, um dos melhores que já comi na vida e não estou exagerando! A coxinha também me surpreendeu e muito.

O que realmente não gostei na cidade é que realmente me senti em São Paulo. Tem muita gente, filas e mais filas para fazer as coisas… é realmente muito movimento para pouca vontade de estar no movimento. 

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Quando vim para Cork, não imaginava que era tão parada mas acabou que eu realmente gostei e me adaptei a essa cidade. Já com Dublin, imaginava uma cidade grande e movimentada, mas não esperava que seria tanto!

Um lugar que achei muito bacana mas que não consegui andar e conhecer é o Phoenix Park – é realmente um lugar que eu quero uma segunda oportunidade. Infelizmente não conseguimos visitar como deveriamos, e era um dos lugares que mais queria visitar na cidade. Vejo as fotos por aí e fico invejando a oportunidade de estar lá – esse foi o lugar que mais gostei mesmo não conhecendo tanto.

Vou voltar para Dublin? Com certeza! Afinal, só passei um – UM – sábado na cidade e certamente não fiz nem metade das coisas que um turista tem que fazer – e sim, eu fui na Guinness, ok? Ainda quero dar uma segunda chance para capital, quem sabe não seja amor a segunda vista?

Moraria em Dublin? NÃO! Não e não! Amo Cork e sua calmaria e não trocaria por nada! Eu quis sair do Brasil, fugir de São Paulo e não iria para uma São Paulo menor rs rs rs. Fora o custo de vida, todo mundo sabe que Dublin é muito mais caro.

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Enfim, para quem chegou até aqui, vale lembrar novamente que é a minha opinião da cidade, baseada nos meus gostos e objetivos. Não estou falando para ninguém deixar de ir pra lá ou morar lá, é apenas a minha preferência, okay?